Mulher idosa recebe uma profissional da rede de apoio no jardim de um prédio.
Cuidado em casa · 27 de julho de 2026

Cuidado em Casa: o que o projeto-piloto de 2026 mostra sobre apoio às famílias

O projeto começou em três municípios e ajuda a tornar visível uma tarefa que muitas famílias já conhecem: cuidar em casa exige rede, orientação e continuidade.

Enviar LinkedIn
Guia Livi

Em março de 2026, o governo federal anunciou o início do projeto-piloto Cuidado em Casa em Fortaleza, Colombo e Juazeiro. A proposta é oferecer apoio domiciliar a pessoas idosas e também a quem cuida delas sem remuneração.

O piloto ainda não é uma solução disponível em todo o país. Mesmo assim, ele ajuda a colocar uma questão importante no centro da conversa: o cuidado em casa depende de mais gente do que costuma aparecer.

O que está sendo testado

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, equipes locais visitam as famílias, avaliam necessidades e constroem um plano individual de cuidado. A proposta inclui atividades cotidianas, orientação e articulação com serviços do território.

A experiência também considera a pessoa que cuida. Esse detalhe importa porque consultas, deslocamentos, documentos, compras e contatos costumam se concentrar em um familiar, mesmo quando várias pessoas querem ajudar.

Por que a rede local faz diferença

Cuidado domiciliar não é sinônimo de fazer tudo dentro de casa. Unidade de saúde, assistência social, transporte, vizinhança, família e prestadores podem participar de momentos diferentes.

Quando cada contato fica isolado, a família precisa reconstruir a história a cada telefonema. Uma rede funciona melhor quando há uma referência clara, informação registrada e um próximo passo compreendido por todos.

O que as famílias podem aproveitar desde já

Mesmo fora das cidades do piloto, vale mapear quem já participa da rotina. O primeiro desenho pode ser simples: contatos de saúde, pessoas de confiança por perto, familiares que podem assumir tarefas e prestadores que precisam ser confirmados.

Depois, escolha um lugar para registrar consultas, exames, documentos e pendências. A organização não cria o serviço público que ainda falta, mas evita que a família perca energia procurando a mesma informação várias vezes.

Onde a Livi entra

A Livi não substitui médico, cuidador, assistência social ou emergência. Ela ajuda a coordenar a parte cotidiana: lembretes, agenda, registros, comunicação familiar e contato com prestadores.

É uma camada prática que pode conviver com a rede pública, com profissionais presenciais e com a própria família. O objetivo é deixar o que vem depois mais claro.

O piloto ajuda a reconhecer algo que já acontece em muitas casas: cuidado domiciliar funciona melhor quando a pessoa idosa, a família e os serviços conseguem se encontrar na mesma rotina.

Um caminho possível

01Mapeie a rede

Liste serviços, familiares, vizinhos e prestadores que já fazem parte do dia.

02Escolha uma referência

Defina onde consultas, contatos e pendências serão registrados.

03Revise o próximo passo

Depois de cada atendimento, registre o que ficou para fazer e por quem.

Checklist para guardar

  • Contatos de saúde e assistência social estão atualizados
  • A pessoa idosa participou das escolhas sobre sua rotina
  • A família sabe quem procurar em cada tipo de necessidade
  • Consultas, exames e retornos ficam em um único lugar
  • Os limites entre apoio cotidiano e atendimento clínico estão claros

Uma rede melhor começa com informação clara

A Livi ajuda a reunir agenda, registros e próximos passos sem ocupar o lugar dos profissionais de saúde.

Conhecer a Livi para famílias